escrito em 1606
Escócia (1537-1606) | 1050
A Escócia e a Inglaterra travavam guerras fronteiriças na região da Muralha de Adriano, que fora construída pelos romanos um milênio antes.
Os generais escoceses Macbeth e Banquo retornam de uma batalha contra o exército inglês na Muralha de Adriano.
No caminho, eles encontram 3 bruxas, elas profetizam que, quando o atual rei escocês, Duncan, morrer, Macbeth será nomeado barão antes, e dps rei da Escócia, e após morrer, os filhos de Banquo assumiriam o trono pela linhagem.
Ao chegarem em Scone, capital da Escócia na época, Macbeth é nomeado barão pelo rei Duncan, por comandos da vitória contra os ingleses, cumprindo parte da profecia.
Porém, a esposa de Macbeth, Lady Macbeth, queria se tornar rainha o mais rápido possível e assim usufruir desses benefícios, e após saber da profecia, tenta convencer Macbeth a matar Duncan, já que isso "aceleraria" o processo.
Porém, Macbeth inicialmente recusa, já que ele é amigo do rei, que é bom e justo.
Mas dps de mta pressão, Macbeth ñ aguenta e concorda com o plano.
No plano, os dois matariam o rei e sujariam os guardas de sangue, dps de dopá-los, assim culpando-os.
O plano é executado e funciona, e então Macbeth é declarado rei.
Porém, nem ele nem Lady Macbeth usufruem disso, já que eles tem enormes crises de culpa e alucinações.
Completamente paranoico, Macbeth mata Banquo, e seus filhos fogem, tentando acabar com a oposição.
Porém, Lady Macbeth ñ aguenta (a pressão), culpa e se mata, e Macbeth é emboscado pelos filhos de Banquo, que o decapitam.
Shakespeare se inspirou nas "Crônicas da Inglaterra, Escócia e Irlanda" para fazer esse conto, além da história real do rei Macbeth, que foi modificada, essas crônicas foram decisões histórico-geográficas dos ilhéus Britânicos.