No Império, após o Edito de Milão, um concílio na cidade de Niceia foi convocado para organizar o catolicismo, agora livre de perseguições, numa estrutura religiosa.
Foi criado o Credo Niceno-Constantinopolitano, que explicaria o catolicismo em pequenas frases que organizava a religião segundo os ensinamentos de Pedro (na cidade de Roma).
Tudo que ia contra esse Credo era considerado herege, formando heresias que iam contra os dogmas da fé católica (DOGMAS).
(2) Edito de Tessalônica (380)
Com esse decreto, o catolicismo (transmitido por São Pedro) se tornou a religião oficial do Império Romano
O objetivo do Edito era unificar o Império mais ainda, com menos disputas religiosas
(3) Heresias
Catarismo: criam num Deus bom, ligado ao mundo espiritual e um "deus" mal, ligado ao mundo material
Jansenismo: a salvação depende unicamente da graça concedida por predestinação
Gnosticismo: diz que o mundo é uma criação maligna e que a salvação vem por conhecimento (gnose)
Pelagianismo: nega o pecado original e crê na salvação por próprios méritos
Ebionismo: não criam na divindade de Jesus, nem na autoridade de Paulo
Donatismo: diziam que a validade dos sacramentos dependiam da pureza moral do ministro a realizá-los
Montanismo: enfatizava profecias contínuas de profetas, o que ia contra a Igreja que crê na suficiência da revelação dos Apóstolos
Arianismo: cria que Jesus foi criado pelo Pai, não sendo consubstancial (entre si), o que vai contra a Igreja que crê em "No princípio o Verbo (o Filho) estava com Deus", escrito por São João