Humanismo
- O homem deve respeitar os dogmas do catolicismo, bem como a racionalidade (homem primordial).
Dante Alighieri
La "Commedia", com fim não trágico
La Commedia tem três livros:
- INFERNO
- PURGATÓRIO
- PARAÍSO
- G. Boccaccio fala da obra em 1357, caracterizando-a como hibridismo, por reunir elementos do gênero épico e lírico.
- Na obra, Dante, a partir em uma odisseia ao paraíso, é guiado por Virgílio.
- Virgílio tinha sido um escritor que justifica a origem dos Romanos, não com gêmeos mamando de uma loba, mas com Eneias que fugiu da ira dos gregos (seu livro é a Eneida).
- Dante escreve a "Commedia" num exílio, distante de Beatriz, sua amada. Ele a encontra no Paraíso, o que leva muitos a acharem que era sua musa, o que se prova falso, ao sabermos que ela morreu bem cedo no parto, comprovando que os dois nunca se conheceram.
- Na coleção de livros, Dante sonha que Deus havia lhe concedido uma jornada de autoconhecimento, para escolher seguir os dogmas do catolicismo ou o paganismo e seu Racionalismo.
- A "Commedia" tem aspeto do lírico, pois é organizada em versos decassílabos (10 sílabas métricas), o que é inovador.
- Por ser uma inovação do hibridismo, Boccaccio renomeia a obra como "A Divina Comédia".
- Na entrada do Inferno está escrito: "Deixai toda esperança, vós que entrais!".
São alguns dos círculos infernais de Dante:
Limbo
As almas de pagãos não batizados ficam aqui por serem honráveis, mas não são salvos, pois não são limpos do pecado original.
Luxúria, gula, ganância e ira
Ficam antes do Rio Estige do mundo dos mortos, e são pecados do exagero.
Dom Quixote de La Mancha
- É a criação do Romance contemporâneo, por Miguel de Cervantes.
- Conta do fidalgo Alonso que, ao invés de cuidar de seus campos, lia muitas novelas de Cavalaria, que influenciam a ordem psicológica dele, que se nomeia Dom Quixote.
- É uma paródia das novelas de cavalaria, que critica a nobreza decadente (fidalguia), as gestões governamentais e as imposições religiosas da época.
- No final faz uma crítica ao padre da cidade de La Mancha, e no prólogo critica o seu leitor.
- O narrador faz uma metalinguagem de metalinguagem (metaficção) pelos personagens dialogarem com os personagens de seu plágio, criticando-a, e por saberem que fazem parte do sucesso de Dom Quixote I.
- A partir do canto 53 (livro 2), há uma inversão na personalidade de Dom Quixote e Sancho Pança: o cavaleiro passa a ser mais realista, enquanto seu escudeiro vira o "imaginador".
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