Nos EUA, após a Primeira Guerra Mundial, houve uma euforia econômica com o fortalecimento do mercado e grande desenvolvimento.
Os EUA passaram a suprir necessidades econômicas dos países europeus arrasados, o que levou ao crescimento industrial acelerado. Indústrias americanas competiam sozinhas e exportações mundiais eram praticamente monopolizadas pelos EUA.
Nos anos 1920, surgiu a ideia de que o indivíduo é responsável por seu sucesso, fortalecendo o individualismo e o consumismo, com competitividade acirrada e produção em massa.
Como parte do American Way of Life, investir na Bolsa de Valores virou hábito comum. Muitos compravam ações com empréstimos bancários.
Os bancos emprestavam com altos juros para aqueles que quisessem comprar ações.
O Estado não interferia na economia (capitalismo liberal).
Criou-se uma bolha especulativa, já que muitos compravam ações de empresas por altos preços sem saberem quais eram seus verdadeiros valores, se valia à pena ou não.
Quando a euforia passou, todos perceberam que os preços das ações estavam inflacionados. Muitos queriam vender e ninguém queria comprar. Os valores das empresas despencaram e muitas delas faliram, deixando uma nação com taxas de desmeprego bem altas.
Em 1933, Franklin D. Roosevelt é eleito presidente dos EUA.
Adota medidas baseadas no Keynesianismo (New Deal), rompendo com o capitalismo liberal.