Guerras de Independência na América

Quando José Bonaparte chega ao trono espanhol na América os criollos começaram a fazer juntas governativas. Seu lema era a luta contra o rei intruso, mas a causa verdadeira era se separar desse impostor clamando a independência.

As guerras foram divididas em 2 fases:

  1. Bonaparte é forte na Espanha e ocupa seu tempo dominando a Europa com os espanhóis tentando a resistência. Esse período deixa uma brecha para as vitórias importantes contra os realistas nas colônias.
  2. Com a queda dos exércitos de Napoleão e a volta do rei espanhol, o absolutismo é restaurado e para combater as rebeliões na América uma grande expedição é enviada pela Coroa.

José de San Martín

José de San Martín é um membro da elite criolla que, logo na infância, estudou na Espanha para se desenvolver e seguir uma carreira militar.

Ao retornar às colônias assumiu o controle nas batalhas pró-independência, tendo conquistado vitórias, como o apoio dos ingleses, para:

Simón Bolívar

Simón Bolívar foi um líder na guerra dura contra as forças leais à Espanha, nascido entre a elite criolla.

Sua proposta era tornar a América numa confederação republicana, uma associação de Estados independentes unidos por objetivos de cooperação e defesa.

Ele usava do fato que o povo todo (América colonial) ter a mesma origem, cultura, língua, religião, entre outros para que devessem se unir.

O argumento de Bolívar não é justificado pois ele trata dos criollos quando fala que são unânimes, quando a população prevalente na América são os mestiços, os africanos escravizados e os indígenas.

Conforme o avivamento da guerra ele prometeu liberdade aos escravizados que lutassem, e teve seus soldados de exército.

Simón atravessou os Andes para enfrentar os realistas e também ajudou a consolidar a independência da:

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