Expansão Marítima

Fatores para o pioneirismo português

Com a Rev. de Avis, temos a centralização do poder político de Portugal bem antes dos outros países (1385).

Houve forte influência árabe, já que a Península Ibérica era antes dominada por islâmicos.

Tradição forte pesqueira de Portugal, por lá ser uma terra seca.

Interesses nessa expansão marítima

Consolidação da Dinastia Avis, atingida com a conquista de Ceuta (importante posto comercial entre Europa e África).

A Igreja, buscando expandir a Fé, em meio à Revolução Protestante.

Especiarias, achadas em terras com clima diferente da Europa.

Metais preciosos, incluindo as minas mapeadas pelos árabes.

Consequências disso tudo

Com isso temos a fundação de feitorias (diferentes de colônias), ou seja, entrepostos comerciais por diversas costas atravessadas pelos portugueses, o que levou a um comércio em maior escala.

E é claro, o tráfico de escravizados tomou proporções enormes.

Antes de Portugal, as guerras na África eram uma disputa por mão de obra (escravos), já que isso era escasso lá. É incorreto dizer que os africanos já se escravizavam, porque eles não se viam como um grupo em comum, e essa escravidão era só o resultado de guerras. Por isso que, mais tarde, Portugal vai incentivar mais guerras na África.

Antes, o comércio de escravizados só era aceito por causa dos árabes comerciantes, e porque na cultura deles era aceito ter até 4 esposas. Mas só quando Portugal entra em cena que esse comércio fica maior. Portugal era considerada uma sociedade escravista, já que dependia muito desse comércio para sua economia.

Esse monopólio era de Portugal por causa das suas alianças feitas nas costas africanas, onde africanos também eram sequestrados para serem escravizados. Enriqueceu muito Portugal por ter um comércio legalizado.

Eis as condições desses escravos nos navios transatlânticos:

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